sábado, 10 de abril de 2010

Como resolver o problema dos nomes grandes

Já lhe deve ter acontecido não conseguir copiar os seus ficheiros devido a um erro do Windows do tipo Cannot copy file. Isso acontece porque existe um limite de 255 caracteres que impedem que se procedem a operações, tais como a cópia de ficheiros, para além desse limite.


Imagem 1: Erro devido ao limite de 255 caracteres.

Existem duas soluções para este problema, o primeiro é reduzir o nome das pastas que estão mais próximas da raiz. No entanto esta solução pode não ser a ideal ou a possível. A segunda solução, é a de partilhar a pasta anterior ao que, neste caso, deseja copiar. Desta forma deverá seguir os seguintes passos:
  1. Clicar com o botão direito do rato sobre a pasta imediatamente anterior ao que deseja copiar;
  2. Seleccionar Properties;
  3. Seleccionar o separador de partilha (Sharing);
  4. Seleccionar Share this folder (Imagem 2);
  5. Editar as permissões para Full control;
  6. Clicar em OK;
  7. Abrir a pasta My Network Places;
  8. Clicar em View workgroup computers;
  9. Seleccionar o seu computador;
  10. Entrar no arquivo com o que deseja copiar (Imagem 3);
  11. Proceder à cópia para o destino inicialmente pretendido;
  12. Desfazer a partilha através da selecção das propriedades (Properties) da pasta original.


Imagem 2: Partilha do arquivo alvo.


Imagem 3: Visualização do conteúdo do arquivo partilhado.

Pode acontecer, que os documentos se encontrem num computador que não o seu. O arquivo que pretende copiar e que lhe dá o erro inicial devido ao nome grande que o precede, pode estar a ser partilhado de forma a que não tenha permissões para o (re)partilhar. No entanto, não precisa de o fazer para ter um acesso mais curto. Neste caso deverá proceder da seguinte forma:
  1. Na janela do Explorer seleccionar Tools e depois em Map Network Drive...;
  2. Seleccione uma outra letra ou deixe estar a sugerida;
  3. Clique em Browse e percorra as pastas até à desejada (Imagem 4);
  4. Clique em Finish para mapear a pasta;
  5. Abra o uma nova janela no Explorer (Win+E) e entre na Drive com a letra anteriormente escolhida (Imagem 5);
  6. Proceder à cópia para o destino inicialmente pretendido;
  7. Para desmontar a Drive bastará clicar com o botão direito do rato sobre a mesma e seleccionar Disconnect.


Imagem 4: Mapear arquivo alvo.


Imagem 5: Visualização do arquivo mapeado.

De qualquer forma deverá ter como princípio evitar estas situações, escolhendo nomes abreviados para os seus arquivos se intenciona hierarquizá-los bastante, devendo igualmente tirar partido dessa mesma hierarquia sem a necessidade de redundância, por exemplo:
  • "carros\novos" em vez de "carros_novos\carros".

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Linux Fácil

Hoje vou falar de como pôr um sistema Linux a funcionar sem a necessidade de se perder muito tempo ou de profundos conhecimentos informáticos.

E porquê o Linux. O Linux tem associado muitas ferramentas poderosas e versáteis que irão ser abordadas aqui, e que ao contrário do que acontece no Windows, são Open Source.

Existem várias formas de se correr um sistema Linux, algumas são:
  • Criar uma partição no disco rígido e instalar via CD ou DVD (Complicado);
  • Correr uma Live CD como o SLAX (Pouco versátil);
  • Correr uma imagem existente no VMWare Player (Muito complicado);
  • Correr num dispositivo USB, chamado Pendrivelinux (Complicado).
Existe no entanto algo muito mais simples para que está habituado a usar o Windows, a solução é:
  • Ubuntu installer, ou melhor, wubi!
O wubi precisa apenas de espaço em disco, e não duma partição. Para além disso instala-se como uma aplicação normal no Windows, fazendo de forma totalmente automática o download do Ubuntu! A única atenção que se tem de ter na fase da instalação é a de criar um username e a respectiva password na janela que aparece no início da instalação.

De qualquer forma, se for intenção usar o Linux de forma mais sistemática, aconselho a instalação tradicional numa partição com pelo menos 16GB, posteriormente repartida pela seguinte estrutura de directórios, raiz (root), directório home, e swap, com 10, 4 e 2 GB respectivamente, sendo o directório home o que deve beneficiar mais com o tamanho extra disponível em disco.



Exemplo da instalação do wubi.


Exemplo da instalação do Ubuntu numa partição.

domingo, 28 de junho de 2009

you shell

Este blog, nasce da necessidade de manter o conhecimento imediato relativo a certas actividades informáticas. Existe ainda a vantagem de tornar acessível não só a mim, mas a outros, algumas utilidades do Sistema Operativo Linux e ferramentas computacionais mesmo que sejam de outros Sistemas Operativos.
A linha de comandos ou a shell, permitem a automatização e por vezes a concretização de certas acções que de outra forma seria dispendiosas, ou pouco práticas. O you shell vem assim servir de base a posts como o escrito no Librorum Prohibitorum e intitulado Ferramentas do Século XXI que obviamente não se lhe enquadram!